Porque hoje é um dia muito especial!
Parabéns Robert!!












![rpattztilldeath:[Rob talks about the chemistry between him & Kristen & joking about his marriage proposals to her…]Interviewer:“What about her boyfriend?”Rob:“Who cares?Pfff” LMAO!LOVE HIM! #Gif](http://24.media.tumblr.com/tumblr_lfuk2akRmy1qfaikno1_250.gif)































Porque hoje é um dia muito especial!
Parabéns Robert!!












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Prefácio
Esta história passa-se após os acontecimentos do Eclipse.
Passaram 8 longos anos desde que Edward deixou Bella no dia do casamento. Bella finalmente voltou a Forks para visitar Charlie, mas descobriu também que Edward também voltou, e está a esconder um grande segredo dela.
Capítulo 1
Bem-vindos a Forks, Washington. Quando conduzi em direcção à cidade e vi o sinal de novo, tive que parar e dar uma olhadela. Charlie tinha-me dito há alguns anos, que Mike Newton era o novo presidente de Forks, e estava a fazer uma série de mudanças para tornar a cidade mais turística. Aparentemente estava a levar o seu trabalho a sério.
À vários meses que tenho pedido ao Charlie para me ir visitar a São Francisco, mas ele estava sempre cheio de desculpas. Não conseguia tirar uma folga do trabalho, tinha planos para ir à pesca ou para o seu hobbie preferido: ver um evento desportivo importante com Billy Black.
Tinham-se passado 8 longos anos desde a última vez que pisei Forks. Tenho evitado este lugar, mas tinha passado muito tempo desde que eu tinha visto Charlie pela última vez. Ele foi à minha festa de formatura, depois comecei a minha pós-graduação na School of Public Affairs (UCLA). Mas isso foi há dois anos. Fiquei feliz por voltar ao lugar que eu sempre considero a minha casa. No entanto, parte de mim estava preocupada por estar de volta aqui. Estava preocupada por que estar de volta a Forks permitiria ressurgirem memórias antigas, memórias que eu tinha tentado tanto esconder.
Voltei para o meu carro alugado, um Volvo prateado (a ironia definitivamente não me iludiu), comecei a conduzir através da cidade em direção à casa de Charlie. Em Spartan Avenue passei pela Forks High School, e na Via Bogachiel passei pelo Forks Community Hospital. Respirei fundo e sacudi um pouco a cabeça, para afastar as memórias. Finalmente cheguei à calçada de tijolos da casa de Charlie. O seu carro da polícia estava estacionado atrás da velha carrinha Chevy vermelha. Acho que nunca vou entender por que é que ele mantém aquela coisa velha e duvido que ainda funcione. A casa parece exatamente a mesma, o jardim da frente e o pequeno alpendre um pouco degradados. Quando olhei para cima para ver a janela do meu quarto, não pude deixar de sorrir. Charlie e eu não tínhamos falado sobre isso, mas eu tinha a certeza que quando entrasse no meu quarto, estaria exactamente igual como estava no dia em que saí.
Nem sequer tive tempo para sair do carro quando a porta da frente se abriu. Charlie estava com um sorriso enorme no rosto. Estava a usar uma camisa de xadrez verde e um velho par de calças de ganga com buracos nos joelhos. Terei de lhe comprar algumas roupas novas, enquanto estou de volta, parecia que ele definitivamente precisava de algumas.
"Bella, estás aqui!" Charlie disse alegremente.
"Olá pai", saí do carro e cumprimentei-o com um abraço enorme. Ao longo dos anos, principalmente devido ás nossas poucas visitas, a nossa relação tinha-se transformado num estado em que os abraços eram aceitáveis.
No colégio, um abraço de Charlie teria certamente significado que algo estava errado. Agora, simplesmente significa que ele está feliz em me ver.
"Como foi o teu voo?" perguntou calorosamente.
"Foi bom, não houve atrasos", disse eu quando uma gota de água que caiu do céu, pousou na minha bochecha. Olhei para cima, só para sentir as gotas de chuva caírem do céu. Otipico tempo em Forks, e isso fez-me sentir como se eu estivesse realmente em casa novamente.
"Vamos pegar nas tuas malas e levá-las para dentro antes que fiquem encharcadas. Estamos a prever uma noite de tempestade". Charlie pegou nas minhas malas no banco de trás do carro e entrou em casa.
Eu fiquei à chuva por alguns momentos, simplesmente apreciando-a. Durante o tempo que vivi em Forks o clima foi um constante ponto de discórdia. Eu adorava os dias de calor e sol, mas os dias chuvosos e nublados definitivamente tinham as suas vantagens. Morando em São Francisco geralmente tinha um clima mais quente do que alguma vez existiu em Forks, mas muitas vezes houve dias de céu nublado e chuva.
"Então, Bells, o que é que tens feito ultimamente?" Charlie perguntou durante o jantar.
Charlie encomendou uma pizza grande e pão de alho da “Pacífico Pizza”. Eu tinha-me oferecido para cozinhar, mas depois de ver o triste estado da cozinha, decidimos encomendar. Típico do Charlie, a cozinha estava a precisar desesperadamente de uma boa limpeza.
"Ainda trabalho para a St. Anthony Foundation. Na verdade, acabei de desenvolver um programa que ajuda a dar às famílias e crianças sem-abrigo, uma oportunidade de lutar para sairem da rua e reiniciarem as suas vidas. Eu amo o trabalho, é muito gratificante, mas também foi stressante. Tenho definitivamente a necessidade de um período de férias. "
"Bem, estou feliz por ti..." disse Charlie.
O tom da sua voz indicou que queria perguntar mais alguma coisa, e eu sabia exatamente o que ele ia perguntar.
"E como está o Pete?" Charlie perguntou com um tom excessivamente casual.
Eu tive que me rir. Na minha festa de formatura à dois anos atrás, tinha apresentado Charlie ao Pete. Eles ficaram amigos imediatamente, devido ao mútuo amor por eventos desportivos. Na altura, o meu relacionamento com Pete foi um desenvolvimento relativamente novo.
"Calma pai", sorri para deixá-lo perceber que eu estava a brincar , “o Pete está ótimo. Começou agora no Kaiser Permanente Medical Center".
"Eu pensei que ele poderia ter se juntado a ti nesta viagem ..."
"Queres dizer que querias que ele tivesse vindo", ri-me.
É engraçado o que uma diferença de alguns anos faz. À alguns anos atrás, Charlie tinha sido completamente desaprovado o meu relacionamento, e também a ideia de um casamento. Mas eu sabia que Charlie não gostaria de nada mais do que o Pete para meu marido. Este poderia ser um casamento abençoado por ele. Acho que Charlie estava a começar a ficar preocupado que eu nunca iria sossegar.
"Sim, pai. O Pete e eu somos felizes. Mas nós não vamos apressar nada que não estejamos prontos ainda", expliquei.
"Bella, eu só me preocupo contigo. A viver sozinha numa cidade grande como São Francisco? Eu sou chefe da polícia. Sei tudo sobre o crime nas grandes cidades."
"Pai, eu gosto de viver sozinha. Morei com colegas de quarto por muito tempo. É bom ter um lugar para mim. E não te preocupes comigo. Moro num bairro seguro e sou muito cuidadosa."
Depois de viver em Forks, entre o perigo de um clã de vampiros e uma matilha de lobisomens, até mesmo os arriscados bairros de São Francisco pareciam incrivelmente seguros.
"Eu sei que és cuidadosa, mas és conhecida por atraíres acidentes."
"Ok, chega de falar sobre mim. O que tens feito, pai? Como é trabalhar com Mike Newton?"
"Tenho sido bom. Mike tem sido bom para esta cidade. Está a fazer uma série de mudanças positivas para Forks, ajudando a trazer alguns turistas"
"Eu vi o novo sinal no caminho para a cidade. Parece-me muito bom, realmente."
Charlie riu-se: "Acho que a mudança foi inspirada pela Jessica, mais do que qualquer coisa."
Jessica e Mike recomeçaram o namoro na faculdade e casaram-se há alguns anos atrás. Fui convidada para o casamento, mas não compareci. A ideia de assistir a um casamento em Forks era demais para eu suportar na altura.
"O Mike foi gastar tempo e dinheiro arranjando a escola e a expandir a biblioteca. A cidade precisava realmente de um homem como ele para fazer algumas mudanças."
"Estou contente. Definitivamente vou ter de visitar a biblioteca, enquanto estou aqui. Na escola a seleção foi muito lamentável," ri-me ", E fora do trabalho?"
"Também está tudo bem. O Billy e eu fizemos algumas pescarias de sucesso recentemente. O congelador está a ficar muito cheio", e olhou para mim com um sorriso no rosto.
Eu sorri de volta, "definitivamente vou ter que cozinhar alguns peixes e congelar algumas refeições, enquanto estou em casa."
"Oh, não deves gastar o teu tempo em casa cozinhando, Bella", protestou levemente.
"Pai, eu quero."
"Ok, se insistes," Charlie concordou, "Ouviste que o Jacob decidiu-se finalmente?"
"Sim, estou realmente feliz por ele", disse eu.
Eu realmente estava feliz por Jacob. Irei sempre sentir-me culpada pela forma como o tratei, e por quanto o tinha magoado no passado. Estava feliz que ele tivesse encontrado a felicidade e o amor agora. Ainda mantivemos contato com telefonemas ocasionais e cartões de aniversário, mas a nossa amizade não era nada como como costumava ser.
"Samantha é uma menina muito boa, e uma cozinheira maravilhosa. O Billy e o Jacob são, de certeza, muito mais mimados em La Push," Charlie riu-se.
Ri-me também. Estava decidida a limpar a cozinha e cozinhar para Charlie boas refeições, enquanto estava em casa.
"E vi..." Charlie fez uma pausa, olhando para longe, "Não te preocupes… Então, quais são os teus planos para amanhã?"
Recusou-se a fazer contato visual comigo, e era óbvio que ele estava a esconder algo.
"Pai, quem é que viste?" Eu estava curiosa.
"Bells, não tenho certeza se queres ouvir ou não. Passou-se muito tempo, quase oito anos, mas..." Charlie divagava.
Um formigueiro percorreu o meu corpo. Charlie e eu não tínhamos falado sobre isso, uma única vez, nos últimos oito anos. Mas não foi apenas uma coisa significativa que ocorreu há oito anos que Charlie poderia estar a referir-se.
"Pai, por favor, diz-me," disse eu.
Posso lidar com isso. Passei os últimos oito anos a colocar o passado no passado. Tenho uma nova vida agora, e estou feliz. Estava preparada para lidar com isso.
"Dei de caras com o Edward ontem", Charlie disse, hesitante.
Edward. Edward. Edward. Não sei se foi o choque ou se foi o som do seu nome, mas os meus braços e pernas simplesmente fraquejaram. Foi bom que Charlie e eu estivéssemos sentados à mesa da cozinha, porque acho que não me aguentaria de pé.
"Oh", respondi.
Não tinha certeza o que mais poderia dizer. Achava que estava preparada para isso. Pensei que não iria me afetar, mas obviamente eu estava errada.
"Bella, desculpa. Nunca deveria ter dito nada. Eu pensei..." Charlie parecia tão envergonhado.
"Pai, não. Sinceramente, está tudo bem. Isso é tudo passado. Estou feliz que me tenhas dito. Como é que ele está?"
Eu não podia deixar Charlie sofrer por isso. Não tinha a certeza de como eu me sentia sobre esta situação. Não tinha certeza do que iria fazer sobre isto, mas não podia deixar Charlie se aperceber. Segui em frente e deixei que Charlie visse isso.
"Ele parecia bem. Disse que está de volta à cidade por algumas semanas para desocupar a casa. Acho que o Carlisle e a Esme vão finalmente vendê-la", disse, começando a conversa de novo.
Aquilo atingiu-me como uma tonelada de tijolos. Faz quase oito anos desde o incidente. Eu já não tinha 18 anos, e Edward não era suposto ser adolescente. Seria possível que Charlie era tão alheio às aparências das pessoas que não tinha notado que Edward não tinha envelhecido? Não queria levantar suspeitas a Charlie, mas a minha curiosidade levou a melhor de mim.
"Oh, isso é interessante. Não sabia que ainda mantinham a casa. Como é que ele está?"
" O Edward… hum, acho que ele parecia…bom, deve trabalhar nalgum tipo de negócio. Parecia realmente, uh, profissional."
Eu realmente não sabia como responder. Edward tinha, obviamente, feito um bom trabalho a disfarçar a sua aparência, mas não estou certa de como isso era possível. Charlie deve estar muito desatento.
"Bem…bom… Fico feliz por ele."
"Ele disse o mesmo sobre ti, Bella", Charlie respondeu.
A minha mente começou a correr. Ele falou sobre mim? Edward tinha falado sobre mim? O toque estridente do telefone tocou antes que eu pudesse perguntar mais alguma coisa.
"É, provavelmente, o Pete a perguntar por ti. Ele ligou anteriormente, alguns minutos antes de chegares. Podes falar com ele que eu vou tratar da loiça", levantou-se e recolheu os pratos da mesa.
Fui até a mesa da cozinha e peguei no telefone.
"Estou?"
"Izzie, estou feliz por finalmente conseguir falar contigo! Como foi a viagem?", a voz otimista de Pete, colocou, instantaneamente um sorriso no meu rosto.
Depois de deixar Forks, estava desesperada para colocar o passado para trás de mim. A melhor maneira que poderia fazer isso era tornar-me numa pessoa diferente. Obriguei-me a ser mais extrovertida e pedi ás pessoas para me chamarem Izzie.
"Olá, Pete, a viagem foi boa. O tempo colaborou para que não houvesse atrasos ou turbulência."
"Maravilhoso! Então, como é estar de volta a Forks?" perguntou.
Pete não sabia muito sobre Forks, apenas que o meu pai mora aqui e que eu passei os últimos dois anos do secundário aqui.
"É bom", respondi.
A minha mente ainda estava distraída com a conversa que tivera antes com o Charlie.
"Iz, o que se passa? Pareces diferente, preocupada," Pete parecia preocupado.
Pete não me conhece… bem… como Bella. Izzie é a rapariga que ele conhece e ama. A Izzie é cheia de vida e conversa. Ela é contagiante e tem sempre um sorriso no rosto. Era difícil ser a Izzie em Forks.
"Oh, está tudo bem, Pete, honestamente. Eu estou bem. Só estou cansada de todas as viagens, e é um pouco estranho estar de volta aqui" tentei assegurar.
"Queres que vá até aí? Posso tirar algum tempo de férias. Posso estar aí amanhã de manhã", sugeriu.
Quando fiz planos para vir até aqui visitar Charlie, Pete queria vir comigo. Queria conversar com Charlie novamente e ver o lugar onde eu cresci, o lugar que eu chamo casa. Sabia que ele ia ficar frustrado de não o deixar vir. Mas eu também sabia que esta primeira viagem de volta a Forks seria difícil para mim, e não podia deixar Pete ver isso. Especialmente desde que ele não sabia o que tinha acontecido aqui. Não sabia a história que Forks tinha na minha vida, e eu certamente não queria que ele soubesse.
"Pete, eu juro. Estou bem. Estarei de volta numa semana. Da próxima vez que vier visitar o Charlie, viremos juntos," tentei soar o mais calma possível.
"Ok, se o dizes... Mas se decidires que precisas de mim, diz-me e eu estarei aí num instante", disse com uma voz suave.
"Eu sei que farias isso", disse eu.
Pete riu-se: "Pareces realmente esgotada. Vou deixar-te ir, assim podes dormir um pouco. Por favor telefona-me amanhã. Sinto a tua falta."
"Eu também sinto a tua falta", respondi.
"Amo-te", disse Pete, confiante.
"Eu sei", disse eu e desliguei o telefone.
Pete e eu estamos juntos à quase 3 anos e eu ainda tenho dificuldade dizer que o amava. Ele nunca pareceu notar, ou pelo menos nunca tocou no assunto. Depois de pensar ter encontrado a minha alma gémea, e experimentando o tipo de amor que eu tinha experimentado, é difícil dizer a outra pessoa que a amo.
Uma hora depois, estava no meu quarto a desfazer as malas. Desejei as boas noites a Charlie, logo depois de desligar o telefone ao Pete, porque Charlie tinha que trabalhar amanhã. O meu corpo estava cansado do longo dia de viagem, mas a minha mente estava muito acordada para que conseguisse dormir. Edward estava de volta a Forks, e neste momento ele estava a menos de 10 quilómetros de distância de mim. Não tínhamos estado tão perto um do outro em 8 anos. Não conseguia deixar de olhar para a janela, a sua janela. Quantas noites havia Edward entrado por esta janela para cantar até eu dormir?
Isto era uma tortura, tortura absoluta. À 8 anos atrás, o meu coração estava despedaçado. Não, despedaçado é um termo muito agradável para descrever o que aconteceu comigo. O meu coração ficou desfeito. Tinha passado os últimos 8 anos a tentar preencher o vazio no meu peito. Não tinha voltado para Forks para lidar com isto, eu tinha voltado para visitar Charlie.
Edward devia saber que eu estaria em Forks. O dom da Alice teria lhe mostrado que eu estaria aqui. Sem mencionar o facto de que as suas habilidades especiais lhe teriam proporcionado o conhecimento de que eu estaria de volta à cidade para visitar Charlie. Como é que ele ousa voltar aqui? Ele tem que saber o quão difícil era para mim voltar aqui. As memórias que tenho deste lugar são difíceis o suficiente para me magoarem. Não preciso da sua presença física para me lembrar do que eu tinha perdido.
Estou a ficar zangada! Não sou a mesma rapariga que ele conheceu há muitos anos atrás. Não sou a mesma miúda, frágil, desajeitada, desesperada e estúpida Bella Swan. Estou crescida. Amadureci e agora sou uma pessoa diferente. Nunca tive a oportunidade de expressar os meus pensamentos devido ao que se passou à 8 anos. Preciso de encerrar essa parte da minha vida. E amanhã, vou ver o Edward para resolver tudo o que se passou.
Capítulo 19 parte I
Estava no meu quarto quando de repente entra a Alice desparada.
- Nessie, Nessie! – gritou ele assustando-me.
- Ai, Alice que susto!
- Desculpa Nessie não te queria assustar! Olha Nessie o teu aniversário está a chegar e vou organizar uma festa espectacular.
Oh tinha me esquecido do meu aniversário! Estou mesmo a ver que a Alice vai querer fazer uma mega festa e não me apetece nada festejar. Não, sem o Jacob.
- Alice não quero festa nenhuma! – disse eu.
- O quê?! Não, não me podes fazer isso!
- Desculpa Alice! Mas não tenho vontade de festejar, muito menos depois do que aconteceu com o Jacob.
- Eu repito novamente, o quê? Tu não queres festejar o teu dia de anos só por causa de um rapaz?
- Alice não é apenas um rapaz! – disse eu enquanto escorria uma lágrima pelo meu rosto. – É o rapaz que eu amo!
- Ok. Desculpa, Nessie! Olha, Nessie eu tenho de te contar uma coisa, não devia mas vai ter que ser. O teu pai quando souber que eu te contei vai ficar furioso.
- Alice o quê que tens para me dizer?
- Nessie o teu pai desconfia que o Jacob só agiu da maneira como agiu porque está a ser controlado pela Stevie.
- O quê? Agora tudo faz sentido! O Jacob nunca me magoaria de propósito. Eu preciso de ir já ter com ele.
Saí disparada do quarto e Alice foi atrás de mim, mas quando cheguei à sala estava lá o meu pai.
- Filha espera. Nós ainda não temos a certeza! – disse ele levantando-se.
- Tenho eu pai!
- Tens certeza do quê Nessie? – perguntou Emmett
- Que o Jacob está a ser controlado pela Stevie. – respondi.
- Pois porque houve alguém que não aguenta de boca fechada! – disse o meu pai olhando para a Alice.
- Eu não fui! Desta vez não fui eu que abri o bico! – disse o Emmett
- Eu sei perfeitamente quem foi! Não é Alice? – disse o meu pai.
- Linguaruda! Não tens vergonha! – disse o Emmett
- Cala-te Emmett! – disse a Alice.
- Mas hoje toda a gente vai mandar-me calar? – resmungou o Emmett.
- Tu só dizes disparates! – disse a Alice.
- Pai por favor, eu preciso de ver o Jacob. Por favor não me impeças. – pedi eu.
Então o meu pai deixou-me ir. Corri desesperadamente até La Push. Quando lá cheguei fui logo para a casa do Jacob.
- Que raio estás tu aqui a fazer? – perguntou ele brutamente.
- Jacob tu não sabes o que estás a dizer, tu estás a ser controlado pela Stevie! – disse eu.
- Eu já calculava que tu viesses inventar uma história dessas. Será que não percebes que eu já não te amo!
- Jacob espera…
Então eu pensei que ao beijá-lo ele pudesse perceber e tentei beijá-lo mas ele empurrou-me.
- Nunca mais voltes a tocar-me! – gritou ele.
- Jacob por favor! – disse eu com as lágrimas a escorrer-me pela cara.
- Vai-te embora! – gritou ele.
De repente apareceu a Leah vinda do nada.
- Jacob Black já chega! – disse ela severamente.
- Cala-te Leah! Tu aqui não mandas nada! – disse-lhe o Jacob.
- Jacob tu não falas assim comigo! – resmungou a Leah.
- Eu falo como eu quiser! Queres saber uma coisa? Eu já não te suporto. Estou farto dessa tua história com o Sam, é sempre a mesma coisa, já ninguém te aguenta Leah nem mesmo o Sam. Ele já nem consegue olhar para tua cara, és uma desgraçada.
De repente só vejo a Leah a dar-lhe um estalo, eu continuava a chorar mas fui agarrar a Leah. Não queria que ela e o Jacob se magoassem um ao outro.
- Tu também pára de chorar! Já estou farta de te ouvir chorar. Achas que chorar vai resolver os teus problemas? – disse ela para mim.
- É melhor eu ir andando. Já não estou aqui a fazer nada. – disse eu.
- Já vais tarde! – gritou o Jacob.
Aquelas palavras magoaram-me profundamente. Quando cheguei a casa estava o Emmett no sofá a jogar o seu novo jogo, Esme estava a ler a sua revista levantou-se e veio ter comigo.
- Nessie estiveste a chorar? – perguntou Esme.
- Nota-se muito? – perguntei eu.
- Um pouco querida.
- Um pouco? – disse Emmett – Deve ser deve. Mulher chorona não pára de chorar. Se isso é pouco não quero imaginar o muito.
- Emmett está calado! – disse a Esme.
O Emmett não tem noção que às vezes não tem graça nenhuma. Há alturas para brincar e há alturas para estar sério mas para o Emmett alturas sérias não existem.
- Pronto já me calei! – disse ele.
- Eu vou para o meu quarto.
Subi as escadas e fui para o quarto e deixei-me cair em cima da cama e adormeci. De repente acordei com a minha mãe a chamar-me.
- Renesmee calma! Foi só um pesadelo, calma! – dizia ela.
Fiquei aliviada por ter sido apenas um pesadelo.
- Oh mãe foi horrível!
- Já passou querida, já passou. Agora dorme!
Deu-me um beijo e saiu do quarto.
Fanfic escrita por: Jaqueline Carvalho
Eu limitei-me a voltar para casa. Não vou atrás dele, não depois de tudo o que aconteceu e das coisas que ele me disse. Se fosse noutra altura eu teria ido atrás dele mas não agora, estou farta disto, estou farta do Jacob!
- Jenny ainda bem que chegaste! – disse o Quil.
- Porquê? – perguntei. – Aconteceu alguma coisa?
- Vamos ter visitas hoje! – disse ele.
- Quem?
- Depois vês! – disse ele.
“Não sei porquê estou com um mau pressentimento em relação a isto” pensei.
- Ok. Vou para o meu quarto, depois chama-me.
Mais tarde quando as visitas chegaram o Quil mandou a irritante da Ronnie chamar-me. Quando cheguei à sala vi o Seth e a Leah.
- Estão a gozar comigo, certo? – perguntei. – Ele é a visita?
- Jenny ele é meu amigo e é meu convidado! – disse o Quil.
- Leah eu adoro-te, mas não me vou sentar à mesa com vocês!
- Porquê? – perguntou o Seth.
- Porquê?! Por tua causa! Eu recuso-me a sentar-me na mesma mesa que tu.
- Não percebo porquê! – disse ele.
- Tu és estúpido ou fazes-te?! Depois do que me fizeste achas mesmo que vou ser tua amiga?
- Pensei que já tivesses esquecido isso e seguido em frente. – disse ele.
- Eu segui em frente mas não me esqueci. Pensavas o quê? Que ia para L.A uns meses e que tudo se resolvia?
- Bem… sim.
- Então pensaste mal porque eu não me esqueci nem te perdoei e não tenho intenções de perdoar ou esquecer.
- Jenny… - disse a Leah.
- Jenny nada! – gritei. – Por tua culpa eu vivi um inferno em L.A, por isso não vou esquecer nem vou perdoar. E só espero que um dia sofras tanto mas tanto como eu sofri.
Depois de dizer isto fui para o meu quarto. Eu odeio tanto, mas tanto o Seth que sempre que olho para a cara dele dá-me vontade de lhe bater, de o pôr em coma.
De repente a Leah entra disparada no meu quarto.
- Nós as duas temos de conversar! – disse ela.
- Não me apetece Leah!
- Pois mas não me interessa, vais ouvir-me na mesma.
- Leah…
- Jenny o Seth mentiu-te!
- O quê? Como assim?
- Quando ele acabou contigo ele mentiu-te! O verdadeiro motivo que o levou acabar contigo foi o facto de ele se sentir culpado por desistires do teu sonho por causa dele.
- Estás a gozar comigo?
- Não, estou a falar a sério!
- Porquê que não me disseste isso antes?
- Porque se eu te tivesse dito tu ias voltar e não era isso que ele queria.
- Mas a decisão não era dele! – gritei. – Era uma decisão minha. Ele não tinha nada que interferir. E tu como minha amiga devias ter-me dito!
- Pois mas ele é meu irmão e ele pediu-me que não o fizesse e eu não o fiz.
- Eu sou a tua melhor amiga!
- E ele é o meu irmão!
- Como pudeste deixar que ele me estragasse a vida?
- Estás a dizer que a culpa do que aconteceu é do meu irmão?
- Sim. Se me tivesses contado a verdade eu teria voltado e a aquela noite nunca teria acontecido e a Amanda nunca teria morrido.
- O meu irmão não é o culpado!
- Ele é o culpado! Foi por culpa dele que eu tornei-me naquela pessoa horrível! É por culpa dele que não consigo dormir de noite! Foi por culpa dele que tive vontade de morrer! – gritei com as lágrimas a escorrer-me pelo rosto.
- Pára Jenny! – gritou ela. – Pára de deitar as culpas da porcaria que fizeste em cima do meu irmão! Foste tu que fizeste a asneira e deitares as culpas em cima dos outros não vai resolver nada, por isso pára de julgar o meu irmão e olha-te ao espelho. Pensas que ele não é uma boa pessoa mas podes ter a certeza de que é muito melhor pessoa que tu!
Ela virou as costas e saiu do quarto batendo com a porta.
Peguei no meu telemóvel e procurei o nome do Jacob, mas depois lembrei-me que estava chateada com ele por isso liguei para o Will.
- Estou? – disse ele.
- Podemos encontrarmo-nos?
- Agora?
- Sim.
- Estás a chorar?
- Will eu preciso de conversar!
- Onde está o Jacob?
- Explico-te depois. Pode ser ou não?
- Claro! Vai ter comigo à praia. – disse ele.
Desliguei o telemóvel e fui para a praia.
- Então o quê que aconteceu? – perguntou ele.
- Discuti com a Leah e com o Jacob.
- Foi só uma discussão, as coisas vão resolver-se!
- Não. A minha discussão com a Leah teve haver com o irmão dela e ela é muito casmurra.
- E o Jacob?
- Eu descobri uma coisa sobre o Jacob que não me agrada e não sei se consigo voltar a ser amiga dele da mesma maneira sabendo o que sei.
- O quê que descobriste?
- Ele gosta de mim. Mas eu não gosto dele e…
- Aí é que reside o problema, certo?
- Sim.
- Então se eu te dissesse que gosto de ti tu deixavas de ser minha amiga?
- Não. É diferente.
- Jenny, eu tenho uma coisa para te dizer.
- Sim?
- Eu já estive sozinho contigo na minha cabeça um milhão de vezes, e nos meus sonhos já beijei os teus lábios um milhão de vezes, diz-me se
sou quem tu procuras?
- O quê?!
- Eu consigo ver nos teus olhos que eu não te sou indiferente. Tu és tudo o que eu sempre quis porque tu sabes sempre o que dizer e sabes sempre o que fazer e eu quero muito dizer-te… Amo-te! Eu desejo ver a luz do sol no teu cabelo e dizer-te montes e montes de vezes o quanto és importante para mim. Eu só quero que tu saibas que eu passo a vida a perguntar-me onde estás tu? E o que estás a fazer? Ou se estás algures sozinha? Ou se existe alguém a amar-te? Diz-me como ganhar o teu coração? Porque eu não faço ideia como faze-lo por isso deixa-me começar por dizer que te amo.
Fanfic escrita por: Jaqueline Carvalho